Não só é esta uma das minhas músicas preferidas de uma das minhas bandas preferidas, mas é também a música com um dos videoclips que mais gosto... portanto, tinha de partilhar mais cedo ou mais tarde.
Um blog onde aponto o que me vem à cabeça, e onde por vezes a perco. O meu nome é... Podes chamar-me James. Ou Tai. Tenho 20 anos. Sou um rapaz que gosta de rapazes e... O resto, lê para descobrires!
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terça-feira, 7 de abril de 2015
domingo, 5 de abril de 2015
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Blank Space
Não sou um grande fã da Taylor Swift, apesar de gostar de algumas músicas dela... Mas devo dizer, adorei todo o videoclip desta música... Porquê? Terá sido por causa do Sean O'Pry? Opah, não sei, acho que gostei bastante da música, e da maneira como o videoclip foi feito. Fez-me rir e pensar "you go girl".
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Se o meu MP3 tivesse...
Se o meu MP3 tivesse uma lista das músicas mais tocadas de ultimamente... Eis o que lá estaria representado, s ea lista fosse composta pelas 10 músicas que mais ouvi esta semana...
- Single Ladies (Put a Ring On it) - Beyoncé
- Me Against the Music - Britney Spears
- Candyman - Christina Aguilera
- Timber - Ke$ha ft. Pitbull
- Wiggle - Jason Derulo
- Sexy Silk - Jessie J [tirado da banda sonora de um do meus filmes preferidos]
- Smack That - Akon
- Turn Me On - Kevin Lyttle
- Lie (The Cigarette Song) - Nathan Parrett
- Sexy And I Know It - LMFAO
Resultado? A vontade de dançar é forte em mim.

quarta-feira, 11 de junho de 2014
I'm Gonna Fight 'em Off, A Seven Nation Army Couldn't Hold Me Back
Quem não conhece o clássico ritmo desta música? Seven Nation Army, dos The White Stripes é uma das músicas que mais tenho ouvido até agora. Gosto bastante da versão original claro. Mas a que mais gosto aina é a versão cantadapor Garret Gardner, um dos participantes do concurso The Voice UK, que cantou esta música na audição às cegas.
Mas como o que é Nacional (por vezes) tambémé bom e já que estamos a falar do The Voice, na versão portuguesa do programa, Constança Moreira cantou este mesmo tema na sua audição, e devo dizer que também adorei esta versão. Foi a primeira vez que ouvi Seven Nation Army ser cantada por uma rapariga, e aprovo, especialmente pelo facot de ela ter dado o seu próprio toque pessoal à música.
E porqe à vezes eu tenho versos preferidos nas música, aqui fica aquela parte que me faz sempre sentir, nas palavras dos Imagine Dragons, on top of the world:
Don't wanna hear about it
'Cause every single one has got a story to tell
Everyone knows about it
From the Queen of England to the hounds of Hell
And If I catch you coming back my way, I'm gonna serve it to you
That ain't what you want to hear, but that's what I'll do.
And the feeling coming from my bones
Says find a new home, just find a new home
terça-feira, 27 de maio de 2014
Sinto-me uma autêntica Branca de Neve
Quando acrodei e me apercebi que já não conseguia ir para as aulas, decidi fazer algo produtivo. Levantei-me e arrumei, limpei e aspirei o quarto, ao som do album do filme Mamma Mia! e depois do Night Visions dos Imagine Dragons. E é essa arazão pela qual prefiro, como hoje, arrumar o quarto quando estou sozinho em casa: acabo sempre a acompanhar a música, não só cantando-a como dançando ao ritmo que o aspirador me permite. E agora com o almoço feito, vou comer enquando vejo a minha série. O dia não podia ter começado melhor, e tenho o feeling que se vai manter assim bom o rest do dia!segunda-feira, 26 de maio de 2014
Conversas Entre Manos, E Outras Coisas
Mano: Oh, tenho tomates....
Eu: [tento conter o riso]
Mano: [olha para mim de olhos semicerrados] Não comentes... [poucos segundos depois] Tenho de ir vender os tomates.
Eu: [risos] Vais vender os teus tomates?
Mano: Sim, vou vender os meus tomates para comparar uma espada longa.
Eu: Uma espada longa? Boa troca!
Mano: E não é uma espada qualquer, é longa.
Eu: [risos] Vou mas é tratar do jantar.
[volto pouco depois]
Mano: Já vendi os tomates, comprei uma longa, e agora estou a fazer uma missão para o dono do bordél.
Eu: [risos] Esse jogo não é para a tua idade!
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É isto que acontece quando me juntam a mim e ao meu Mano no mesmo quarto. Agora que o portátil dele deu o pifo, ele refugia-se aqui no meu quarto, a ver vídeos ou a jogar na playstation. Por um lado, é um pouco menos de privacidade que tenho, mas por outro lado, é agradável ter a companhia de uma pessoa que partilha o meu humor 50% das vezes, e olha para mim como se eu fosse um caso perdido os restante 50% das vezes.
A minha relação com o meu irmão é uma de amor-ódio e nenhum intermédio. Somos altamente defensivos em relação um ao outro, apesar de ele ser uns anos mais novo do que eu. É quase como se ele sentisse que a única pessoa que tem direito a chatear-me o juízo é ele, da mesma forma que eu lhe chateio o juízo a ele mas me torno protector quando alguém o chateia. Ele é, sem dúvida, a pessoa na minha família que me é mais próximo. Como dizem os ingleses "We have each other's backs", aliás, como ele já provou isso, protegendo-me de formas que me surpreenderam e acerca das quais não vou entrar em detalhe agora. Isso é provavelmente uma história para outra altura.
Uma coisa é certa, com ele aqui, é mais fácil de ter um sorriso na cara! E sim, até mesmo quando ele está a ser o crítico que sempre é, e se põe a criticar tudo o que faço. A constante ironiano seu tom de voz faz tornar qualquer frase em algo divertido, e acho que ele tem realmente uma veia de comediante.
Outra coisa boa acerca do me irmão é que partilahmos muitos dos mesmos gostos musicais, a a música está sempre a tocar aqui no quarto, por vezes connosco a acompanhar.
Tudo isto faz-me pensar... São as pequenas coisas na vida que me fazem felizes que realmente importam, e são elas que tenho de valorizar. Se tenho uma vida perfeita? Com certeza que não, isso ninguém tem. Mas estou a aprender a apreciar as delícias que a vida me trás. Uma delas, uma benção disfarçada, é o facto de poder dedicar mais tempo a mim mesmo, coisa que é possivl pelo facto de eu ser solteiro. Afinal de contas, as pessoas desapontam facilmente - aliás, eu próprio sou exemplo flagrante disso mesmo - e a minha felicidade não devia de depender de mais ninguém do que eu mesmo.
Isto pode soar egoísta, mas honestamente... Tentar agradar a todos foi algo que fiz e que magoou muita gente - incluindo a mim mesmo - no passado. As pessoas vão sair da vida magoadas na mesma, por isso mais vale focar-me em preservar-me a mim mesmo. (O que no entanto não significa que vou passar por cima das pessoas para o fazer, isso não é decente de se fazer.)
Portanto a minha felicidade seá de agora em diante, como diz o slogan da Matinal: "De mim, para mim"
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Aqui fica ainda a Ray-Dee-Oh, uma das minhas músicas preferidas dos Azeitonas, a minha banda portuguesa perferida.
Esta música faz-me sempre querer dançar! Nunca falha. E bem, parece que hoje não em canso de escrever...
Acabei de Descobrir....
... que os One Republic vêm a Portugal.
E eu penso... Como é que é possível?! As minhas bandas preferidas vêm todas a Portugal - Bastille, Imagine Dragons - e agora os One Republic... E aquela que é mesmo a minha predilecta, ainda não puseram cá os pés?
Eu quero os Panic! At The Disco aqui em Portugal, já! Se esse concerto acontecesse, eu ia pôr-me de joelhos e suplicar pela oportunidade para ir. Eu até ia sozinho se mais ningém quisesse vir comigo (se bem que acho que o meu irmão não se importava de ir também, uma vez que ele gosta da banda, se bem que não tanto como eu).
Aqui fica um cheirinho do que os P!ATD podiam fazer no concerto deles. (Já para não pensar em como o Brendon Urie, já por várias vezes, tirou a roupa em palco e cantou apeans em roupa interior... Não me importava nada que ele fizesse isso caso cá viesse a Portugal. Pelo contrário, até o encorajava....). Até porque esse senhor, não so tem uma voz incrível, mas é também bastante charmoso...
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| Brendon Urie, vocalista dos Panic! At The Disco |
I'm Hooked On A Feeling
É esta a música que me deu um kick-start hoje de manhã - Hooked on a Feeling, dos Blue Swede. Eu estava cansado, a caminhar para a estação de comboios, quando ligo o meu mp3, carrego no play e eis que esta música fez o meu bom humor disparar. Ouvi-a pela primeira vez no trailer de um filme que estou desejoso de ver: Guardians of the Galaxy, da Marvel. Estou cada vez mais interessado nos filmes da Marvel, desde o Thor, e os Avangers, mas principalemten pelo Capitão América: O Primeiro Vingador.
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| Os Guardões da Galáxia, da esquerda para a direita: Gamora (Zoe Saldanha), Peter Quill/Star-Lord (Chris Pratt), Rocket Racoon (Voz de Bradley Cooper), Drax The Destroyer (Dave Batista), Groot (Voz de Vin Diesel). |
Eu nunca fui muit de ler livros de Banda Desenhada, pelo menos não os clássicos Americanos das gigantes DC Universe e Marvel. Um dos motivos é porque eu sempre fui rapaz de ler mais livros com letras e sem imagens, como a minha mãe os descrevia. O outro é porque eu simplesmente não tinha acesso a esses livros. No entanto, recordo-me que um dia o meu pai comprou, com o correio da manhã, um dos livros do Capitão América. Eu li-o, e devo dizer que a história tocou-me, especialmente com o seu sempre presente patriotismo e constante luta por valores morais com que me indentifico. Entretanto o primeiro filme do Capitão América saiu nos cinemas, e eu fiquei apaixonado. Claro, o facto de terem escolhido um actor como o Chris Evans para ser o Primeiro Vingador é um bónus.
Isso traz-me ao assunto dos Chris da Marvel. Até agora há três.
Chris Hemsworth, que interpreta Thor, tanto nos filmes dos Avengers como nos da série cujo nome é dado pelo Deus do Trovão que é protagonista nos mesmos.
Chris Evans, que interpreta Steve Rogers, que combate o crime sob o nome de Capitão América, de novo tanto nos filmes dos Avengers, como nos do Capitão América (dos quais ainda não vi o segundo, mas estou ansioso por o fazer). Este é já um veterano destes filmes, uma vez que é ele que interpreta o Johnny Storm, também conhecido por Tocha Humana, nos filmes dos Fantastic Four.
E, recentemente, Chris Pratt, que interpreta Peter Quill, também conhecido por Star-Lord, neste novo filme dos Guardiões da Galáxia.
O que todos têm em comum, para além do primeiro nome, e de serem actores que trabalharam em filmes da Marvel? Bem, todos eles são um eye candy que me deixa agarrado ao ecrã a pedir por mais.... Acham que não tenho razão para isso?
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| Chris Hemsworth (Thor) |
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| Chris Evans (Steve Rogers/Capitão América) |
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| Chris Pratt (Peter Quill/Star-Lord) |
Portanto, creio que não me podem criticar por me babar todo quando vejo estes filmes. Claro que os homens podres de bons não são a única razão pela qual vejo estes filmes. Os filmes do Thor estão repletos de momentos de bom humor, e efeitos especiais de me deixar de queixo caído. Quanto aos do Capitão América - ou pelo menos o que já vi - são repletos de momentos de humanidade por parte do protagonista que o aproximam da audiência, apesar dos seus super-poderes. É, ao mesmo tempo, assustador e reconfortante que um super-herói desse calibre se encontre em situações onde ele se sente claramente vulnerável. Assustador, por um lado, porque nos sugere que ganhar super-poderes da noite para o dia não é uma garantia de que venceriamos todos os obstáculos que a vida nos impusesse. Reconfortante, por outro lado, porque, caso ganhássemos super-poderes, não significaria que nos tornariamos algo inhumano.
Já os Guardões da Galáxia, é claramente um filme repleto de humor, e de efeitos visuais de me deixar embasbacado, tal como o Thor e, no entanto, acho que é um filme que me dará muito mais prazer de ver do que o Thor, uma vez que é sobre uma equipa de heróis que se assemelha a Avengers do espaço.
Todos estes filmes da Marvel fazem-me querer poder voltar atrás no tempo, e implorar ao meu eu de criança para procurar incansavelmente por formas de encontrar edições do Capitão América para ler. Ah, e já agora, porque não fazerem um filme sobre a Black Widow? Podem ter a certeza que eu lá estaria no cinem, no dia da estreia, para o ver.
Já agora, deixo aqui o video do trailer do Guardians of the Galaxy, para quem estiver interessado em (re)ver.
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domingo, 25 de maio de 2014
E a Música Continua a Inspirar-me.
Desta vez, a música que me inspirou foi esta:
Os Imagine Dragons já eram uma das minhas bandas preferidas muito antes de a Vodafone usar esta música deles para os anúncios de TV do Vodafone Red. Foi com deleite que me apercebi, na altura em casa da minha avó paterna, que na televisão estava a passar esta música que me era familiar, e cujo refrão eu ja conseguia acompanhar facilmente.
Ora, passaram esta música na rádio, e apercebi-me que estava sozinho em casa. Dei por mim a sentir-me... Bem. Com tudo. Foi como ue uma onda de energia a inundar-me, e antes que desse por iso, eu já tinha saltado da minha cama e comecei a dançar pela casa. Precariamente, claro está, uma vez que os meus dotes de dança resumem-se à valsa. Ainda assim, senti-me mesmo como se estivesse no topo do mundo.
É bom ver que por vezes, as mais pequenas coisas da vida nos podem dar este tipo de energia. Quando a música acabou, sentei-me em frente ao computador, a arfar, mas continuo a sentir-me cheio de vontade de saltar e correr, enquanto escrevo estas palavras. Vou aproveitar o pouco tempo que tenho sozinho em casa para realmente fazer isso mesmo.
É Ter Fome, É Ter Sede De Infinito
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!
Do que os homens! Morder como quem beija!É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!
- Florbela Espanca
Eu estava sentado em frente ao portátil, a ouvir o CD Solta-se O Beijo, dos Ala dos Namorados, e eis que me deparo com o facto de que, cantando em dueto com Sara Tavares, surge no CD uma letra bastante familiar. É, não só um dos meus poemas favoritos, como também uma das canções portuguesas que mais gosto de ouvir. Apesar de ter gostado da versão dos Ala dos Namorados, gosto mais do eterno clássico cantado por Luís Represas, o vocalista dos Trovante. Claro está, a voz de Luís Represas tem um lugar especial no meu coração, já que foi ele que cantou todas as músicas que se ouvem no filme animado Tarzan, da Disney, um dos meus filmes de infância, um que, tal como o Rei Leão e Papuça e Dentuça, vi tantas vezes que me admiro como não gastei a VHS.
Mas de volta ao poema que acima foi referido, eu estava a ouvir essa música, e senti um calafrio percorrer-me a espinha, ao ouvir os versos "É ter mil desejos de esplendor,/ E não saber sequer que se deseja/É ter cá dentro um astro que flameja,/ É ter garras e asas de condor!/ É ter fome, é ter sede de infinito/ Por elmo as manhãs de oiro e de cetim.../É condensar o mundo num só grito!". São sempre estes que me movem mais, pois são - de um poema que sinto ser umadescriçãod e mim mesmo do início ao fim - as palavras com quem mais me identifico.
Ainda surpreendido com este hino de exaltação à essência de um poeta, constatei que me estava a afastar das minhas raízes. Não era um pensamento novo, de facto, já que há umas semanas atrás, numa conversa com a minha mão, após ela comentar que era bom eu falar tão bem a língua inglesa, dei comigo a responder que, embora seja de facto uma vantagem saber falar o inglês, tenho estado a dedicar pouco tempo à minha língua nativa, o português.
Claro, o português está presente no meu dia a dia, mas cada vez menos. Nos meus tempos de lazer, está praticamente ausente, já que leio livros em inglês, passo tempo em sites ingleses, e converso com amigos que são naturais dos Estados Unidos, do Reino Unido e, alguns, até mesmo de outros paises (sendo o Inglês a ponte que nos permite ultrapassar as barreiras linguisticas que de outro modo incapacitariam a possibilidade de se formar qualquer tipo de amizade.)
Lentamente, tenho reintroduzido o português nos meus tempos livres - especialemente pela música (reuni alguns CDs antigos, tais como o que despolotou a criação desta publicação, ou o Lágrimas, de Dulce Pontes. Esse contém músicas que eu ouvia na minha infância, com especial menção de Lauridinha, Canção do Mar e As Sete Mulheres do Minho, canções que eu ouvia às custas da minha querida Mãe, e que não me arrependo de conhecer quase de cor.)
Assim, com o tempo, e sendo inspirado por estas músicas, dei comigo a ter vontade de voltar a escrever em Português. Sobre o quê? Não faço a menor idea.
Talvez caía no poço de Nostalgia, olhe para trás e compare o que está diferente agora do que era antes. Estou a caminho dos 20 anos. Quatro anos passaram desde o meu primeiro contacto com a blogosfera. Dizer quatro anos já não parece assim tanto, mas quando em retrospectiva, me apercebo que isso significa que eu tinha 16 anos na altura, a idade em que o meu irmão está neste moment, constato que eu era... Ingénuo e jovem, ainda a aprender. Desde então já tive uma mão cheia de relações - umas terminando de forma menos boas, outras proporcionando-me com amigos em quem confiaria a minha vida - que culminaram no meu actual estado solteiro, entrei para a Universidade, no curso de Geologia - um curso que há quatro anos nunca pensaria que teria possibilidade de tirar, mas que de facto adoro -, já mudei a mobília do meu quarto seis vezes...
Há coisas que infelizmente se mantém, como por exemplo, a minha aparente inabilidade para estudar, ou conseguir forçar-me a estudar. Se me perguntarem se eu gosto do curso e das aulas? Adoro. Mas não gosto mesmo é de estudar. Gosto de aprender por gosto e não por necessidade de ter uma pauta emaculada. Mas isso é já feitío e não defeito.
E por isso... Por querer voltar a escrever em português, aqui estou eu de novo.
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