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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Isto de Ouvir o Rock in Rio na Rádio

Faz-me lembrar que eu tenho vinte anos e ainda não fui a nenhum concerto. Nenhum mesmo. Até já o meu irmão foi...

Eu adorava ir a concertos dos Imagine Dragons, dos Bastille, dos Panic! At The Disco e - sendo esta a minha mais recente obsessão musical - dos 5 Seconds of Summer. Quanto aos Bastille, a primeira vez que os ouvi foi na rádio. Já os Imagine Dragons e os Panic! At The Disco a primeira vez que os ouvi foi em vídeos do youtube. Gostei das músicas e do estilo e fui ouvindo mais e mais. Quanto aos 5 Seconds of Summer... Tenho admitir que foi por uma fútilidade - os rapazes eram giros. Estavam a aparecer na dashboard do meu tumblr há já algum tempo e, intrigado, tentei descobrir mais sobre eles. Ouvi as músicas e devo dizer que adorei. Entre as minhas músicas preferidas destas bandas, estão dignas de menção honrosa:

  • Panic! At The Disco - I Write Sins Not Tragedies
  • Panic! At The Disco - Lying is The Most Fun a Girl Can Have Without Taking Her Clothes Off
  • Panic! At The Disco - There's a Good Reason Why These Tables Are Numbered, Honey, You Just Haven't Thought Of It Yet (E sim, os P!ATD são conhecidos pelos títulos das músicas longos)
  • Panic! At The Disco - This is Gospel
  • Panic! At The Disco - Nicotine
  • Imagine Dragons - Radioactive
  • Imagine Dragons - Cha-ching (Till We Grow Older)
  • Imagine Dragons - It's Time
  • Imagine Dragons - On Top Of The World
  • 5 Seconds of Summer - Good Girls
  • 5 Seconds of Summer - Gotta Get Out
  • 5 Seconds of Summer - Don't Stop
  • 5 Seconds of Summer - She Looks So Perfect
E isto são bandas de todo o lado. Os Imagine Dragons da América, os Bastille do Reino Unido, e os 5 Seconds of Summer da Austrália. Já bandas Portuguesas, temos os clássicos Xutos, cujo o concerto está a decorrer enquanto eu escrevo, e os Azeitonas, sendo estes últimos a minha banda preferida, especialmente as músicas Desenhos Animados, Ray-Dee-Oh, Lisboa Não É Hollywood, Aviões, e Balada de Um Banco de Jardim.

Voltando aos 5 Seconds of Summer, que são pouco conhecidos, aqui estão os meninos:
Da esquerda para a direita: Michael Clifford (voz e guitarra), Calum Hood (voz e baixo), Luke Hemmings (voz principal e guitarra), e Ashton Irwin (voz e bateria)
(Vá, conseguem culpar-me por os achar giros?)

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Conversas Entre Manos, E Outras Coisas

[Eu observo o meu irmão a jogar Assassin's Creed, na playstation, e ele abre o inventário]

Mano: Oh, tenho tomates....
Eu: [tento conter o riso]
Mano: [olha para mim de olhos semicerrados] Não comentes... [poucos segundos depois] Tenho de ir vender os tomates.
Eu: [risos] Vais vender os teus tomates?
Mano: Sim, vou vender os meus tomates para comparar uma espada longa.
Eu: Uma espada longa? Boa troca!
Mano: E não é uma espada qualquer, é longa.
Eu: [risos] Vou mas é tratar do jantar.

[volto pouco depois]

Mano: Já vendi os tomates, comprei uma longa, e agora estou a fazer uma missão para o dono do bordél.
Eu: [risos] Esse jogo não é para a tua idade!

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É isto que acontece quando me juntam a mim e ao meu Mano no mesmo quarto. Agora que o portátil dele deu o pifo, ele refugia-se aqui no meu quarto, a ver vídeos ou a jogar na playstation. Por um lado, é um pouco menos de privacidade que tenho, mas por outro lado, é agradável ter a companhia de uma pessoa que partilha o meu humor 50% das vezes, e olha para mim como se eu fosse um caso perdido os restante 50% das vezes.

A minha relação com o meu irmão é uma de amor-ódio e nenhum intermédio. Somos altamente defensivos em relação um ao outro, apesar de ele ser uns anos mais novo do que eu. É quase como se ele sentisse que a única pessoa que tem direito a chatear-me o juízo é ele, da mesma forma que eu lhe chateio o juízo a ele mas me torno protector quando alguém o chateia. Ele é, sem dúvida, a pessoa na minha família que me é mais próximo. Como dizem os ingleses "We have each other's backs", aliás, como ele já provou isso, protegendo-me de formas que me surpreenderam e acerca das quais não vou entrar em detalhe agora. Isso é provavelmente uma história para outra altura.

Uma coisa é certa, com ele aqui, é mais fácil de ter um sorriso na cara! E sim, até mesmo quando ele está a ser o crítico que sempre é, e se põe a criticar tudo o que faço. A constante ironiano seu tom de voz faz tornar qualquer frase em algo divertido, e acho que ele tem realmente uma veia de comediante.

Outra coisa boa acerca do me irmão é que partilahmos muitos dos mesmos gostos musicais, a a música está sempre a tocar aqui no quarto, por vezes connosco a acompanhar.

Tudo isto faz-me pensar... São as pequenas coisas na vida que me fazem felizes que realmente importam, e são elas que tenho de valorizar. Se tenho uma vida perfeita? Com certeza que não, isso ninguém tem. Mas estou a aprender a apreciar as delícias que a vida me trás. Uma delas, uma benção disfarçada, é o facto de poder dedicar mais tempo a mim mesmo, coisa que é possivl pelo facto de eu ser solteiro. Afinal de contas, as pessoas desapontam facilmente - aliás, eu próprio sou exemplo flagrante disso mesmo - e a minha felicidade não devia de depender de mais ninguém do que eu mesmo.

Isto pode soar egoísta, mas honestamente... Tentar agradar a todos foi algo que fiz e que magoou muita gente - incluindo a mim mesmo - no passado. As pessoas vão sair da vida magoadas na mesma, por isso mais vale focar-me em preservar-me a mim mesmo. (O que no entanto não significa que vou passar por cima das pessoas para o fazer, isso não é decente de se fazer.)

Portanto a minha felicidade seá de agora em diante, como diz o slogan da Matinal: "De mim, para mim"

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Aqui fica ainda a Ray-Dee-Oh, uma das minhas músicas preferidas dos Azeitonas, a minha banda portuguesa perferida.


Esta música faz-me sempre querer dançar! Nunca falha. E bem, parece que hoje não em canso de escrever...