Um blog onde aponto o que me vem à cabeça, e onde por vezes a perco. O meu nome é... Podes chamar-me James. Ou Tai. Tenho 20 anos. Sou um rapaz que gosta de rapazes e... O resto, lê para descobrires!
terça-feira, 10 de junho de 2014
domingo, 8 de junho de 2014
Colhendo Caracóis
Hoje fui com o Zé e a V. à caça do caracol, como lhe chamo. A princípio estava com preguiça de sair de casa, mas depois de a Bia me ter arrastado para a rua como só ela sabe faser, aproveitei que já cá estava fora para ir com o casalinho a colher caracóis.
Acontece-nos de tudo quando estamos os três juntos. À última da hora, decidimos ir ao McDonald's. O Zé estaciona o carro, e a V conforme vai a sair, volta para dentro, fecha a porta, encosta-se para trás e diz "Os gajos do carro ao lado estão-se a comer." Eu e o Zé entreolhámo-nos, eu ergui uma sobrancelha em confusão e olho para ela. "O quê?" Pergunto, estranahando o que ela queria dizer. "Opá, os gajos do carro ao lado estão a comer-se, eu não posso sair por aqui!"
E depois foi vê-la a fazer ginástica, enquanto eu e o Zé nos riamo-nos que nem perdidos. "Então, mas eles é que não deviam estar a afazer dessas coisas no estacionamento do Mc!" Comentei, entre risos com ar indignado. "Quero dier, eu percebo que seja bom fazer nu carro - se bem que eu nunca fiz - mas daí a fazer no meio do estacionamento de um restaurante de família..."
Quando entramos no McDonald's, acabamos por decidir que preferiamos ir ao Burger King. E lá voltámos atrás. "Opá e eles agora estão a pensar que estamos a gozar com eles..." Comentou a V. enquanto saíamos do restaurante. "Quem?" Perguntou o Zé. "Olha, os gajos que estão a olhar para nós, uem é que havia de ser?!" E eu encolhi-e ao perceber que estavam uns rapazes sentados numa mes a olhar para nós. "V., eu sei que estava sa falar dos que se estão a comer no carro, mas estavam mesmo um par de gajos a olhar para ós quando tu disseste isso." E a rirmo-nos ainda mais, lá chegámos de volta ao carro, com ela a fazer uma ginástica doida para poder passar para o lugar da frente, porque ela não queria ter de entrar pela porta dela. Lá fomos até ao Burger King, e comemos enquanto conversávamos.
Agora temos de esperar uns dias antes de podermos comer os caracóis, mas vai ser um bom petisco. Apanháos uma boa quantidade. Não o suficiente para fazer uma refeição inteira, mas ainda vamos apanhar mais amanhã. E mesmo que não dê para fazer muitos, já temos suficientes para fazer entradas.
This is Gospel
Para aqueles que ainda e perguntam porque é e estou tão apaixonado por este senhor, eis um dos motivos. A voz dele é poderosa, e mexe comigo
This is gospel for the fallen ones
Locked away in permanent slumber
Assembling their philosophies
From pieces of broken memories
Oh, this is the beat of my heart, this is the beat of my heart
Oh, this is the beat of my heart, this is the beat of my heart
The gnashing teeth and criminal tongues conspire against the odds
But they haven’t seen the best of us yet
If you love me let me go
If you love me let me go
‘Cause these words are knives and often leave scars
The fear of falling apart
And truth be told, I never was yours
The fear, the fear of falling apart
sábado, 7 de junho de 2014
Sobre Ciúmes
Para ser honesto, não os tenho regularmente. E quando tenho, é ainda mais raro eu agir em conformidade com essa emoção.
Mas ainda sou humano, e às vezes sinto ciúmes, ainda que por razões extremamente desreguladas. Desta vez aconteceu com um amigo meu. Nós conversamos muito bem, e há uma boa cumplicidade entre nós. Conversamos abertamente sobretudo, e por vezes provocamo-nos um ao outro com conversas mais quentes. Desde que o conheço que soube que ele era Bi, e que já tinha tido algumas namoradas, mas nunca tinha estado com um rapaz. Ele mora longe, de qualquer das maneiras, por isso nunca estive espectante de acontecer alguma coisa entre nós - quer platónica ou mais sexual - por diversas razões.
No entanto, hoje, durante a conversa, ele comentou que se encontrou com uma Ex-namorada, e que aproveitaram estarem os dois solteiros e com vontade, e foram para a cama juntos. Quando ele me contou isso, senti um pouco de ciúmes.
Foi algo muito breve, e facilmente sacudi esse sentimento, mas ele esteve lá, e agora pergunto-me: porquê? Tenho a certeza que não sinto nada pelo Em - até porque se eu nutrisse sentimentos por alguém, seria por algum rapaz que eu já conhecesse há mais tempo. Sim, o Em é atraente, sim, ele é um rapaz cinco estrelas, e sim, partilhamos muitos gostos, e sim, ele também me fez explorar e gostar de outras coisas, como por exemplo banda desenhada da Marvel!
Mas há outras coisas que têm um peso maior, que fazem com que eu não sinta nada por ele num sentido romântico. Em primeiro lugar - a distância. Been there, done that. Não é que a distância tenha sido motivo para terminar as minhas relações passadas. Todas as três forma à distância, e todas elas terminaram por razões diferentes. Com o Elijah, foi um cocktail de motivos. Com o Chris foi a minha pura estupidez. Com o Taco foi um erro - essa foi uma relação que não devia ter sequer começado, não porque ele fosse má pessoa, mas porque eu fui, novamente estúpido (e tenho direito a ser porque como todos nós, aprendo com os erros e sou humano). Mas uma coisaé certa, estar perto ajuda. Ajuda a resolver mal-entendidos e ajuda muito a maner a chama acesa. Com isto não quero dizer que nunhuma relação Àdistância funciona. Isso depende largamente das pessoas. Mas quero tentar algo novo.
Em segundo lugar... Não me sinto pronto para amar. Aliás, nem tão cedo o quero fazer. Quero ganhar alguma maturidade primeiro, aprender a ser solteiro, aprender a depender apenas e mim para a minha felicidade. Esta era uma razão, até há algum tempo atrás. Simplesmente porque isto é algo que já acontece. A minha felicidedade depende de mim. A questão agora é que estou tão bem sozinho que simplesmente não sinto a necessidade de estar numa relação.
Até pode parecer triste, mas honestamente não é! Porque um dia, alguém irá aparecer, e essa pesoa vai fazer-me querer estar numa relação, apesar de eu saber que não preciso. E essa pesoa vai-e fazer querer estar numa relação não porque eu não quero a alternativa - estar sozinho -, mas porque essa pessoa é simplesmente aquela que faz os dias ainda mais felizes do que eles já eram.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Shameless
Um amigo meu sugeriu-me que visse a versão americana de Shameless, uma série sobre a família Gallagher. Eles são uma família disfuncional, the sete pessoas - Frank, o pai; Fiona, a irmã mais velha que substitui a mãe de todos os outros irmãos; Lip (abrevição de Phillip) , Ian , Debbie, Carl e Liam.
A série está repleta de momentos cheios de carga emoconal, mas também de momentos cómicos, todos ele em perfeita harmonia entre eles.
É uma série que eu já tinha intenções de começar a ver, devido ao facto de Ian ser homossexual. Fiquei surpreendido quando, ao começar a ver Shameless, este facto é revelado logo no primeiro episódo. Muitas vezes vêem-se séries com personagens que passaram temporadas a levar um estilo de vida heterossexual e, de repente, alguém se lembra que precisam de um personagem homossexual - por qualuer razão - e um dos rapazes que até então tinha sido hetero, revela a sua verdadeira orientação ao público. Shameless, no entanto, e fiel ao título, não tem vergonha de começar a primeira temporada com uma personagem que sabe logo de partia que não é heterosexual. Quando dei por mim passei uma tarde a ver os primeiros episódios da série, todos eles com quase uma hora de duração, mas é uma hora muito bem passada.
![]() |
| Ian Gallagher (Cameron Monaghan) E sim... Sou capaz de ter um fraquinho por ruivos... |
Subscrever:
Mensagens (Atom)

