Um blog onde aponto o que me vem à cabeça, e onde por vezes a perco. O meu nome é... Podes chamar-me James. Ou Tai. Tenho 20 anos. Sou um rapaz que gosta de rapazes e... O resto, lê para descobrires!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Baby, bye bye bye
Nas sábias palavras dos 'N Sync, bye bye é tudo o que tenho a dizer aos exames. Livre deles até ao final do próximo semestre. Sinto-me uma autêntica Rose na proa do Titanic. Eu sei que podia ter dito "sinto-me um autêntico Jack", mas let's face it, não seria a mesma coisa.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Banda Desenhada
Agora fiquei agarrado a nada mais nada menos do que a banda desenhada Young Avengers. Nunca fui um míudo de ler bandas desenhadas, sempre preferi "livros sem imagens"... Mas gostei da história, e da qualidade dos desenhos... E claro apaixonei-me por dois personagens... Os meus personagens preferidos são sdm dúvida o Billy Kaplan (Wiccan) e o Teddy Altman (Hulkling).
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| Billy |
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| Teddy |
Eles foram a razão por detrás da minha vontade incial de começar a ler estes livros. Eles são os meus predilectos por muitas razões, mas principalmente porque adoro vê-los juntos.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Os planos para hoje eram ir jantar a casa da minha avó, mas acabou por não se proporcionar a oportunidade. Mas o Pai já me prometeu que amanhã ou depois lá me levará.
Ultimamente tenho dado um pouco de mais importância à família. Passo mais tempo com os meus pais, a ver televisão, vou mais vezes a casa dos meus avós... Tive sorte com a família que me calhou. Sim, é verdade, não são perfeitos.... Mas todos têm umas quantas coisas em comum. Um bom sentido de humor, muitas histórias interessantes para partilhar, e apoiam-me em praticamente tudo o que faço, sem me julgarem. Às vezes leio acerca de pessoas cujas famílias não as apoiam, e como muitas vezes isso afecta tão negativamente os jovens que se encontram nessa situação... E não consigo deixar de pensar que às vezes me foco demasiado nas coisas que gostava de ter, em vez de me focar nas coisas boas que já tenho...
Falando de coisas que não tenho - o meu computador avariou, e acho que foi de vez. Lor isso, por enquanto, tenho de escrever e postar a partir do telemóvel. Felizmente, já tenho um telemóvel novo com um sistema operativo melhor e um ecrã maior, o que torna mais fácil postar.
E falando de coisas que tenho - exames. Tenho andado a estudar química e geofísica, e agora que fiquei aborrecido com isso, como qualquer pessoa no seu perfeito juizo, agora estou de novo a procrastinar, porque nisso eu já sou um autêntico pro.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Blank Space
Há uns dias ouvi a Blank Space, da Taylor Swift, e ficou-me gravado na memória um par de versos com que realmente me identifico.
Ain't it funny, rumors fly
And I know you heard about me
O contexto da canção, à primeira vista, não tem and a ver com a maneira como eu me identifico com estes versos. Mas na realidade, é uma música em que a Taylor Swift basicamente critica a forma como os media a retratam no que toca a relações. Se o retrato que pintam dela é correcto ou não, isso é uma história que dá pano para mangas, uma coisa é certa, muitas vezes os media abusam um bocado dos limites.
Eu nunca gostei de ser o centro das atenções, mas por vezes, sou puxado para lá. Ainda hoje, me cruzo por vezes com pessoa que me reconhecem não por eu ser eu, mas por eu estar associado a... Outras pessoas e eventos.
Isto fez-me recordar a forma como a minha sexualidade foi algo que se espalhou pela escola secundária, numa altura em que eu ainda mal tinha conseguido aceitar-me a mim mesmo. Foi demasiado cedo e, pior, foi uma informação que se espalhou pelas bocas do mundo sem que eu tivesse consentido. Foi essa altura da minha vida que esses versos me fizeram lembrar. Felizmente, tive a sorte de ter nascido e de viver num ambiente em que me apoiam, e me aceitam. Mas por vezes não consigo deixar de pensar como as coisas poderiam ter sido diferentes se assim não fosse. Podia ter sido mais devastador do que foi.
E com isso não quero dizer que em nada me afectou, claro. Na altura acabei por olhar sempre à minha volta, com aquela sensação desconfortável de que todos os olhos estavam postos em mim, a julgarem e - perdoem-me a expressão coloquial - a fofocarem. É uma experiência de paranóia que não tenho interesse em voltar a experimentar. Já antes dessa fase da minha vida, eu tinha alguma dificuldade em sentir-me confortável em grupos grandes. Mas depois... Bem, pode-se dizer que não fiquei nem por sombras mais extrovertido.
Hoje em dia, no entanto, já não me preocupo com esse tipo de coisas. Porque honestamente, eu tenho a minha vida que, em parte, partilho aqui no blogue - mas é apenas uma pequena parte, claro. E quem quiser falar... Bem, eu só tenho ouvidos par ao que me interessa saber. Se de vez em quando sinto um pouco de satisfação em saber mais sobre a vida dos outros? Sim. Mas é por curiosidade, não por malícia. Até porque eu simplesmente actuo como ouvinte passivo, e não espalho os rumores e segredos que me chegam aos ouvidos.
Outra coisa de que gosto nesta música?
Faz-me sentir poderoso.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Cold Hard Facts
Desde que aprendi a ler, quando ainda tinha quatro anos, que me comecei a interessar pelas ciências. E levei muito a sério o estudo dos dinossauros. Seguindo a minha carreira académica, sempre fui bastante chegado às ciências. Por um lado, isto ensinou-me a manter uma mente aberta, a aceitar sempre os meus erros e corrigi-los. No entanto, ensinou-me também a ter alguma tendência para confrontar as pessoas com factos comprovados pela ciência, quando estas demonstram alimentar falsas esperanças sobre alguma coisa e eu sei com certeza que seria impossível.
Claro que isto tem as suas desvantagens e contratempos. Quando por vezes falho em perceber que essas falsas esperanças s\ao importantes para a pessoa, sinto-me como... se estivesse a contar a uma criança de dois anos que o Pai Natal n\ao é real, e a mostrar-lhe provas irrefutáveis de tal realidade.
Isso por vezes faz-me parecer frio e insensível... E já várias vezes originou discussões entre mim e amigos que não reagiram tão bem à maneira como eu pegava nas coisas e as desmanchava em factos e "tecnicamente falando"s. E depois ficam com a idea de que eu não tomei em conta os sentimentos e crenças dessa pessoa...
Mas em última instância, prefiro perder amigos por ser brutalmente honesto, do que os perder por trair a confiança que depositaram em mim mentindo-lhes flagrantemente. Claro, entre a verdade e a mentira, há sempre o meio termo da omissão. E é esse meio termo que escolho quando sei que uma determinada idea é demasiado importante para uma pessoa, e que faria mais mal do que bem destruir essa idea com provas concretas de quão inequívoca a dita pessoa está.
Felizmente, desta vez não perdi a amizade... Mas da próxima já saberei melhor.
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