terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Cold Hard Facts

Desde que aprendi a ler, quando ainda tinha quatro anos, que me comecei a interessar pelas ciências. E levei muito a sério o estudo dos dinossauros. Seguindo a minha carreira académica, sempre fui bastante chegado às ciências. Por um lado, isto ensinou-me a manter uma mente aberta, a aceitar sempre os meus erros e corrigi-los. No entanto, ensinou-me também a ter alguma tendência para confrontar as pessoas com factos comprovados pela ciência, quando estas demonstram alimentar falsas esperanças sobre alguma coisa e eu sei com certeza que seria impossível.


Claro que isto tem as suas desvantagens e contratempos. Quando por vezes falho em perceber que essas falsas esperanças s\ao importantes para a pessoa, sinto-me como... se estivesse a contar a uma criança de dois anos que o Pai Natal n\ao é real, e a mostrar-lhe provas irrefutáveis de tal realidade.

Isso por vezes faz-me parecer frio e insensível... E já várias vezes originou discussões entre mim e amigos que não reagiram tão bem à maneira como eu pegava nas coisas e as desmanchava em factos e "tecnicamente falando"s. E depois ficam com a idea de que eu não tomei em conta os sentimentos e crenças dessa pessoa...

Mas em última instância, prefiro perder amigos por ser brutalmente honesto, do que os perder por trair a confiança que depositaram em mim mentindo-lhes flagrantemente. Claro, entre a verdade e a mentira, há sempre o meio termo da omissão. E é esse meio termo que escolho quando sei que uma determinada idea é demasiado importante para uma pessoa, e que faria mais mal do que bem destruir essa idea com provas concretas de quão inequívoca a dita pessoa está. 

Felizmente, desta vez não perdi a amizade... Mas da próxima já saberei melhor.


sábado, 17 de janeiro de 2015

Q & A

Anónimo (no Tumblr)
"no teu post mais recente no blog falas do passado e de erros. pareceu-me que ainda tens um peso. nao pude deixar de ficar curioso. a que erros te referes??"

Essencialmente, referia-me a não ter estudado tanto como devia, e de ter deixado cadeiras para trás. Felizmente, em 2014, a única coisa de que realmente me arrependo, é mesmo isso. Conheci algumas pessoas novas, evoluíram amizades já existentes, aprendi a aceitar partes de mim que antes ainda me davam algumas dores de cabeça... 

Quanto ao ter um peso... Finalmente, posso dizer que não tenho peso nenhum neste moment a incomodar-me a consciência. Decidi parar de me preocupar com coisas que eu não posso controlar. Se alguma coisa me incomoda, primeiro vejo se posso fazer alguma coisa em relação a isso... E se não posso, bem, se não posso então sigo em frente. Já tenho responsabilidades suficientes, não preciso de me responsabilizar por coisas que não me cabe a mim fazê-lo.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Long Time No See

Depois de um mês sem notícias, aqui estou eu... A escrever de novo no blogue... Quando devia estar a estudar para o exame que tenho amanhã de manhã... Mas claro, as minhas prioridades estão mais desorganizadas que as da Hermione Granger, e por isso, acabo o tempo todo a ver TV - sim, a ver TV, coisa que eu raramente faço... (procrastinar é de facto uma arte, afinal de contas.). 

Dezembro foi um mês com pouco a acontecer. O ponto alto foi mesmo o final das aulas. Mas nem tudo foi desinteressante. Consegui untar uns troquinhos para comprar um telemóvel novo, que tanto precisava. Agora não quero outra coisa, claro. É jogar Kim Kardashian Hollywood a toda a hora nos intervalos das séries. É verdade, rendi-me ao jogo. Julguem-me o quanto quiserem, mas que é viciante... Lá isso é.

E tenho assim passado os dias das minhas férias, a "preguiçar", como diz a minha mãe. Aproveito enquanto posso, é um facto. Para além de jogar no telemóvel e de ver TV tenho... Dormido e comido, é basicamente isso. Estou, portanto a viver a boa vida. Um autêntico Paraíso em casa.

 

O Natal e o ano novo foram passados em família. Comida boa, e em boa quantidade, para entrar no novo ano de barriga cheia. Mas já dizia o meu primo. O tempo voa, 2014 parece que passou num pestanejar. E é verdade. Ainda à pouco me tinha habituado a escrever esse ano na data, e agora já tenho de me habituar a escrever 2015...

O tempo vai passando mais e mais depressa a cada ano que passa, a cada ano que envelheço. Dou por mim a olhar para trás, e a abanar a cabeça em desapontamento à pessoa que fui, aos erros que cometi, aos disparates que fiz. Olho para o futuro e espero não voltar a cometer os mesmos erros. E apesar de por vezes desejar que o meu presente e o meu futuro sejam diferentes, não trocaria o meu passado por nada deste mundo, porque o passado é, antes de mais, uma acumulação de experiências e aprendizagens sem as quais eu não seria a pessoa que sou hoje. Uma pessoa que, se não melhor, é certamente mais forte do que há um ano atrás.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Cenas Que me Fazem Dançar #4 - All About That Bass



Com especial menção a esta cover que adorei:


Blank Space

Não sou um grande fã da Taylor Swift, apesar de gostar de algumas músicas dela... Mas devo dizer, adorei todo o videoclip desta música... Porquê? Terá sido por causa do Sean O'Pry? Opah, não sei, acho que gostei bastante da música, e da maneira como o videoclip foi feito. Fez-me rir e pensar "you go girl".