sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A Fingir Que Estudo...

É o que por vezes acabo a fazer quando venho para a biblioteca da faculdade e trago o portátil comigo. Para ser justo, já estudei um pouco, hoje... Mas hoje é mesmo daqueles dias em que tenho horas e horas livres, e, ao mesmo tempo, não me dá jeito ir a casa, por isso fico aqui pela FCUL... Já me cruzei com a Bia... Vou jantar a casa dela hoje... Mais meia hora de fazer sorna e tenho de ir par a a ultima aula...

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Voluntário à Força

É como às vezes me sinto... Os meus pais são quem principalmente cai neste habito de fazer de mim voluntário à força...

Não é que agora o meu pai me foi sugerir a uma amiga que me pedisse a mim para ir cantar um dueto com ela a um casamento? O pior disto tudo é que quando a dita amiga percebeu que eu estava a tentar recusar de forma educada e simpática o "convite", achou que isso era uma deixa para me convencer, e não para procurar outra pessoa... Quando falei disso à minha mãe, queixando-me que o meu pai me tinha posto nessa posição, ela defende-o. "Não, ela provavelmente lembrou-se de ti e..."

"Oh, sim, porque ela que conhece tanta gente foi logo lembrar-se de mim exactamente quando o meu pai estava presente na sala..."

É que o que acho mais irónico nisto tudo é que o meu pai (que não canta lá muito bem mas pronto), tem muito mais facilidade em cantar em público, e no entanto, em vez de se fazer a ele próprio de voluntário tenta recrutar-me a mim...

Ok, eu tenho uma série de razões para não fazer isto. Para já a música que vai ser cantada? Pois, não gosto muito de a cantar - não se enganem, eu adoro a música, aliás, é a mesma música que deu nome a este blogue! - mas na minha voz não... Não me agrada. Eu não sou assim tão bom cantor de qualquer das maneiras...

Segundo eu quando canto, faço-o para mim! Eu sofro de uma, como diriam os ingleses, ansiedade social do carago, que vai daqui à China... Quer isto dizer que não me dou bem em multidões... Mas dou-me especialmente mal em multidões em que têm a atenção focada em mim! Se já cantei em público? Já? Mas num palco? Sim. Com muita gente a assistir? Sim! Não quer isso dizer que voltava a repetir. E além disso, estamos a falar de um casamento! Eu não vou a um casamento onde não conheço ninguém, para cantar e fazer figura de parvo de mim mesmo! Nem pensar...

E queixei-me à minha mãe. Se cantar em público fosse algo que eu gostasse de fazer, se calhar já o teria feito muito mais vezes - e por iniciativa própria, não por ser "forçado"! OK, tecnicamente ninguém me está a forçar, mas também tenho alguma dificuldade em dizer que não...  Enfim, o que é que a minha mãe me diz? Ri-se e comenta "Tão tolo..." Quando lhe explico que eu não gosto de cantar em público... Ora, se sou assim tão tolo, e é assim tão fácil para eles, caramba, porque não hão-de ir eles em vez de me porem nesta situação?

Será que estou a exagerar na minha reacção...? Opah se calhar até estaria... Se fosse a primeira vez que eles me fazem uma coisa do género! E que nem é a segunda nem terceira!

O pior desta situação é que faz-me querer desistir de falar com eles, porque quando lhes explico como me sinto e porque é que não quero fazer algo, ou fazer de maneira diferente, eles sacodem as minhas palavras como se eu não soubesse do que falo ou porque estou a ser "tolo". Mas como o James é preso por ter cão ou preso por não ter, quando finalmente eu expludo e realmente se apercebem que estou a falar a sério... "Mas porque é que não falaste connosco, porque é que nunca nos contaste que te sentias assim?"

E andar sempre nestes jogos cansa. Cansa estar sempre a dar-lhes descontos por serem meus pais. Cansa pensar que posso contar com eles e eles provarem que estou errado. Cansa depois ouvir as críticas deles quando eu desisto de falar... Cansa estar sempre a por os sentimentos deles acima dos meus...

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Oh boy...

"Ah, pois é, já estamos em Outubro."

Foi com essa frase que ergui dos olhos do caderno onde comecei a escrever a abertura da aula, surpresa claramente espelhada no meu queixo levemente caído. Já estamos em Outubro. Falta pouco mais de vinte dias para eu fazer vinte anos. Tenho andado sempre a brincar, dizendo 'Eu não me habituei sequer a ter 18 anos e já vou fazer 20'. Mas foi ontem que realmente me atingiu. No primeiro dia de Outubro caiu em mim como uma maça na cabeça de Newton que eu vou fazer vinte anos. Duas décadas. Sinto-me como uma criança presa no corpo de um adulto... Há tanta coisa que ainda não me sinto pronto para fazer, outras tantas que não tive hipótese de fazer em mais jovem e que, qualquer dia, já não posso fazer...

Não que eu esteja a entrar numa crise de meia idade antecipada... Afinal de contas, sou do tipo de pessoa que acha que a idade é só um número (ok, está bem, tem certos limites... Mas, pronto). Ainda assim... Ainda sinto que tenho muito pela frente e, em simultâneo, que não vou ter nuca tempo para fazer tudo o que quero, tudo o que gostaria de fazer...

Para já acho que vou mesmo só focar-me em terminar a licenciatura e depois... Bem, depois logo se vê...

Mas isto fez-me lembrar a introdução de uma Soap Opera Americana de cujos episódios eu via algumas partes... 

"Like sand through the hourglass, so are the days of our lives". E nunc isso me soou tão realista como agora que sinto os 20 anos a aproximarem-se...

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Devia ter pensado melhor...

Só me apercebi que não foi muito boa ideia passar as músicas do Les Miserábles para o MP3, quando fico com lágrimas nos olhos no meio da rua a caminho da faculdade por causa da Empty Chairs At Empty Tables

Pois caso para dizer...

Shot through the heart and you're to blame, darling, you gimme feels, Eddie Redmayne.

 

Guilty Pleasures

Para além da limonada, agora tenho andado numa de derreter chocolate para barrar nas bolachas... Sabe bem, olha, como.