quarta-feira, 16 de julho de 2014

Frases QUe Eu Podia Ter Dito #4 (edição Glee)

"Your delusions of persecution are a telltale sign of early stage paranoid schizophrenia."

- Sue Sylvester

Eu Gosto é do Verão

Porque é a altura em que tenho tempo para fazer tudo o que quero - sair com os amigos e divertir-me à grande, e ao mesmo tempo ter momentos para mim mesmo, para recarregar baterias.

Sou do tipo de pessoa que se dá bem tanto numa conversa a sós, como numa conversa em grupo. Sou como que um camaleão social, por assim dizer. Geralemnte dou-me bem com toda a gente, e mldo a minha maneira de estar consoante as pessoas com quem estou a falar. Não por uma questão de não ser quem realmente sou em frente aos outros, mas porque acho que pessoas diferentes requerem diferentes formas de conversar. Quero dizer, se me aparecesse o Rei de Espanha à frente, não iria cumprimentá-lo com um "Então sócio, 'tudo fino?". Da mesma maneira que nunca diria a ninguém "És mesmo uma cabra, pah, não sei como te amo assim." como digo à Bia... É uma coisa que sempre consegui faer bem - equilibrar bem o mudar a maneira de estar, sem necessariamente mudar quem sou.

Mas os meus amigos próximos são mesmo aqueles com quem não penso nisso, não penso na melhor maneira de falar com eles sem os ofender. Falo o que me vem na mente e sei que eles não se sentirão ressentidos. E isso é algo precioso, mesmo, algo que acarinho e preservo sempre.

Ultimamente tenho falado mais com um grupo de amigos, que me têm feito pensar nalgumas coisas do meu passado. Mas acima de tudo têm-me feito pensar em como realmente estou bem assim como estou. A ser eu mesmo.

Mas o tempo já começa a pedir praia, e se tudo correr be, lá vamos passar férias no Algarve outra vez. Espero que tenhamos a oportunidade de o fazer... Adorei o tempo que lá estive no ano passado. A água esteve sempre fantástica e a companhia a condizer.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Uma Casa Constrói-se Em Anos, E Derruba-se em Minutos.

Às vezes afasto-me das pessoas apra recarregar baterias. Mas não é porue não gosto de falar com elas, é mesmo porque preciso. Sou um introvertido. Quando estou bem disposto falo muito, mas falar muito cansa. Claro, que quando conheço as pessoas, sou mais calado. Mas isso é porque ainda não construí com elas as bases deuma amizade. Acho que para qualquer relação - seja amistosa, ou amorosa - e necessário, antes de tudo confiança e respeito. 

São ambas coisas que levam muito tempo a construir. Sim com algumas pessoas leva anos, com outras é uma questão de meses, mas o facto é que não se cria de um momento para o outro - e aliás, se assim se fizesse, não teriam tanto valor como têm. E construir essa confiança e respeito não é muito difícil...

O problema é quando estes são destruídos por qualquer motivos.

Penso na confiança e respeito que tenho pelas pessoas, como construir uma casa.

Constrói-se, durante anos, até ser completa.

Depois, por alguma razão, ocorre um desastre qualquer - terramoto, furacão ou o diabo que o valha - e a casa vai abaixo - às vezes nem é de repente, às vezes é demolida ao longo de actos menos bons por parte de um ou dos dois construtores.

O facto é que para se voltar a construir, leva anos. Mas voltar a construir sob os destroços da casa antiga é impossível. A únca maneira de dar a volta, é começar de novo, limpar os destroços, e recomeçar do zero. 

No entanto, por vezes, remover os desroços e as ruinas, tem um custo demasiado elevado e elas lá ficam, e os construtores seguem cada um para seu lado. Ou seja, não é possivel restituir a confiança e respeito mútos, e por isso, o melhor, é não arriscar caminhar em ruinas que nos podem cair em cima.

Eu, pessoalmente? Sou do tipo que deixa a casa ir sendo derrobada aos poucos, se perco a confiança em alguém, nunca a perco toda de uma vez num acto só. O mesmo acontece para o respeito. Mas mais do que isso, sou do tipo que nunca vê meio de pegar em destroços e ruínas. O custo de as limpar e reconstruir, é sempre demasiado, por uma simples razão - se a outra pessoa queria realmente dar importância à casa, não a deveria ter deixado desmoronar. Assim, se a pessoa realmente desse importância à confiança e respeito depositados nela por mim, então não os quebrariam.

Vou dando oportunidades, sim. Mas não quando a pessoa pede demasiadas de mim.

Se já perdi amizades com isso? Já.

Se sinto que perdi alguma coisa de especial por ter perdido amizades com isso? Absolutamente não. 

É um processo de seleção artificial da minha parte. Separo o trigo do joio, e no final, acabo com aqueles amigos que sempre me deram razões para em neles ter confiança e respeito, e vejo a minha vida livre daqueles que não souberam dar valor ao que tinham até o destruirem. Pois aí é já tarde de mais e comigo não há volta a dar.

sábado, 12 de julho de 2014

A Minha Vida Em Gifs #22

Quando os haters começam a falar

Música

Quando era novo, eu ouvia muito pouca música. Nada para além daquela que passava na rádio nas raras vezes em que o meu pai o ligava. Com o tmepo, fui começando a apreciar mais e mais a música. Hoje, é raro o dia em que passo sem sentir a necessidade de pelo menos ouvir uma música, por mais pequena que seja. Ao ponto que até juntei dinheiro para um rádio leitor de CDs para o meu quarto. Mas vai ainda mais longe do que isso.

Muitas vezes os meus amigos ficam frustrados comigo, porque eu tenho a tendência para começar a cantar músicas que contém alguma palavra dita numa conversa. E quase sempre consigo arranjar uma música que encaixe! Ou então, quando estava no secundário e ligavam a rádio da escola, ou quando estou numa loja em qeu têm músic aambiente, começo a cantar, e as pessoas com quem estou olham-me como se fosse do outro mundo eu sabe a letra para tantas músicas. Não só isso, mas já várias vezes aconteeu alguém não se lembrar do nome de uma música, e dizer "Oh, 'pera que eu vou perguntar ao James, de certeza que ele sabe."

Isto é porque eu não só passo muito tempo a ouvir música, como gosto de tudo um pouco, e tenho curiosidade em por vezes pesquisar as letras das músicas nem que seja só uma vez. Geralmente há dois momentos no meu dia a dia em que oiço música - quando estou no comboio a caminho da faculdade, ou de volta a casa, e quando estou no meu quarto - com o dito rádio ligado. Por vezes também oiço os CDs que comprei, obviamente, especialmente quando estou a arrumar o quarto. Agora que estou de férias e não tenho saído tanto, o momento em que ouvia música no comboio foi substituido por ouvir música quando acordo. Em vez de me levantar logo da cama, deixo-me ficar deitado a ouvir o leitor de MP3.

E isto quer claro dizer que gosto bastante de música. Também gosto de cantar. Não, não tenho voz de cantor profissional (os meus pais dizem-me que eu devia ir para os ídolos, mas fico smpre sem saber se estão a gozar ou a falar a sério - de qualquer das maneiras, eu nunca seria capaz de fazer isso. Sim, já cantei em palco, mas não significa que me sinta confiante o suficiente na minhas voz para ir cantar para o país inteiro.). Mas não toco nenhum instrumento. Vá, toco a flauta - e sim, toco bem. Na verdade, acho que tenho facilidade em aprender a tocar novos instrumentos. Por exemplo, o piano... Bem, não toco muito, mas sei ler pautas, e sei que teclas correspondem a que notas, e isso já é meio caminho andado para conseguir tocar qualquer coisa simples. O piano e o violino são os instrumentos que mais gosto de ouvir.

Ofereceram-me a guitarra há uns anos, mas raramente lhe pego, porque não sei tocar... Mas o Zé aprendeu sozinho a tocar muito do que sabe, e agora fico com vontade de aprender a tocar também... Talvez aproveite o Verão para aprender duas coisas novas - a tocar guitarra e a falar italiano (já sei o alfabeto e os números, já é mais que o que sabia há uns meses atrás).