Um blog onde aponto o que me vem à cabeça, e onde por vezes a perco. O meu nome é... Podes chamar-me James. Ou Tai. Tenho 20 anos. Sou um rapaz que gosta de rapazes e... O resto, lê para descobrires!
... que eu ando a fazer planos para ir passear sozinho, toda a gente me convida paraos sítios onde eu já tinha intenções de ir? Desta vez foi o Elijah. A nosso namoro já terminou há uns largos meses, quase meio ano. No entanto, mantivémos o contacto e continuamos amigos. Hoje lá pusemos um pouco da conversa em dia e decídimos ir dar uma volta ao Oriente.
Eu gosto da copanhia dele, apesar de tudo. Temos sempre longas conversas quando estamos cara a cara. A Bia está com a esperança de que eu ainda nutro sentimentos por ele. Mas acho que sinceramente, isso é ela a projectar, porque ainda ela ainda sentia alguma coisa pelo B., o rapaz com quem ela namorou durante quase quatro anos. Ela ainda gostou dele durante muito tempo, e acha que eu funciono da mesma maneira. Só que somos ligeiramente diferentes nisso. As coisas tiveram motivos para não resultar. E eu não ganharia nada em voltar para o meu ex. Já há demsaiadas cicatrizes, e já aprendemos a viver sem o outro. Uma amizade é plausível, mas nada mais do que isso.
Quando me apaixono, apaixono-me em grande... Mas não tenho paciência para ser dependente de relações destrutivas. Isso deve-se a coisas que me aconteceram no passado que não vou entrar em muito detalhe aqui. Se fui feliz com o Elijah? Muito. Mas também houve coisas que correram mal, coisas que não tenho intenções de discutir aqui, porque já forem discutidas e resolvidas com quem competia. E às vezes a vida é mesmo assim e não faz sentido chorar por leite derramado. Também é algo que já se passou há muito tempo, quase parecem anos, mesmo. Nós aproveitamos bem a companhia um do outro, e damo-nos lindamente. Talvez seja aquela sensação de que não precisamos de nos acomodar ao que o outro gosta ou não... Somos amigos. Se no zangarmos e não consegirmos resolver as coisas, só significa que não era para durar. Se durar, então melhor.
Se às vezes penso como seria se podessemos ficar juntos de novo? Não tenho pudor em confessar que sim, por vezes sinto-me tentado com esse pensamento. Mas não é tanto o sentir-me tentado em estar com eles, mas sim sentir-me tentado em estar com alguém, quem quer que seja. Mas namorar só para não estar sozinho é um errro que eu já cometi e que também não volto a cometer de novo.
Eu devia estar a estudar, mas em vez disso ponho.me a ver filmes e a pensar o que vou fazer nas férias de Verão. Já se falou ir a Londres, mas isso vai ser engraçado com mais gente, o que significa que provavelmente só para o ano. O meu irmão lá foi a Florença e a Roma, e diz que vale mais ir a Florença. Acho que vou seguir o conselho dele, se alguma vez tiver essas cidades como escolha, e sim, admito que é uma escolha muito influenciada pelos jogos Assassin's Creed. Se bem que em Itália, eu gostave mesmo era de ir a Veneza... Alguém me quer oferecer a viagem? Eu prometo que sou boa companhia, eu até sem remar, por isso nem era preciso gastar dinheiro a pagar a um homeninho para fazer isso, bastava alugar a gôndola, que tal?
Mas também se falou em voltar ao Algarve. O ano passado, eu, o Zé, e a Bia passámos uma semana na Quarteira. Ficámos em casa dos tios do Zé, mas estávamos sozinhos. O calor apertava, por isso, assim que chegávamos a casa, despiamo-nos os três e lá andávamos em roupa interior. À luz da vela porque não tínhamos electricidade. As nossas refeições foram à base de sandes e invenções com cereais e frutas, já que também não tinhamos gás para fazer muito mais. Pelo menos tínhamos àgua.
Apesar disso, divertimo-nos imenso. Dormimos os três na sala, porque todos tinhamos medo de ir sozinhos para o quarto. Havia qualquer coisa de.... estranho na casa, talvez fosse por ter móveis antigos, mas era uma atmosfera saída de um filme de terror, logo antes de alguma coisa aparecer por trás da personagem que está no ecrã e de a assassinar de forma cruel. À luz da vela, ainda ficava pior, mas foi um bom sítio para partilhar historias de terror. Agora que pensamos nisso, rimo-nos, porque foi ridículo o suficiente ao ponto de eu e o Zé irmos à casa de banho juntos. A desculpa que demos foi que um de nós tinha que ficar a segurar as velas enquanto o outro fazia o serviço, mas depressa admitimos que na verdade queriamos era alguém para nos fazer companhia. A Bia teve de ir embora uns dias mas cedo, e a Cat, a namorada do Tomaz na altura, foi quem ficou lá connosco. Chegámos a fazer um churrasco e tudo.
Não foi tudo um mar de rosas. Foi nessa altura que eu e a Bia tivémos a nossa segunda discussão. Mas afinal de ontas, estávamos de férias e queriamos aproveitar, por isso resolvemos logo o assunto e pusémos isso atrás das costas para nos divertirmos. Uma das memórias que mais me fazem sorrir dessa estadia, não foi o ir à praia ou à piscina, mas sim as noites em que iamos para a varanda, com a casa toda às escuras, velas a dar-nos luz, e jogámos às cartas, ou liamos, ou então conversávamos sobre tudo e sobre nada. Outra memória que me faz querer rir é as nossas excursões ao McDonald's mais proximo para podermos carregar os telemóveis à vez. Foi aí que a Bia decidiu descobrir o que acontecia a um cubo de Rubik se o atirasse ao chão. O Zé não ficou foi muito feliz por ver o seu ubo de Rubik partido aos pedaços... Mas hoje já nos rimos dessa situação, apesar de na altura ele ter ficado um bocado chateado.
Estou de muito bom humor, o que me faz pensar em musicais, faz-me querer cantar e dançar pela casa fora. ESpecialmente ao som das músicas dos meus dois filmes musicais preferidos.
Elephant Love Medley é um dos duetos do filme Moulin Rouge, a história trágica deum escritor que se apaixona por uma mulher que trabalha no aclamado e famoso Moulin Rouge. O problema é que ela precisa de se casar com outro homem, umq ue é rico, para poder financiar o Moulin Rouge. Antes de conhecer o escritor, ela não acredita no amor, e é neste Medley que ele a faz acreditar no amor. As palavras dele tocam-na ao ponto de ela também se apaixonar por ele. Com versos de outras músicas muito conhecidas, como por exemplo All You Need Is Love, Love Is A Many-SplendoredThing, Love Lifts Us Up We Belong, I Will Always Love You e Silly Love Songs.
Ewan McGregor pode até não ter a voz masculina mais poderosa à face da Terra, mas há algo terno, carinhoso e gracioso na manera como ele canta, tornando esta uma das minhas músicas preferidas de todos os musicias que eu já ouvi.
Outra que dou por mim a cantar imenso, é uma música que, apesar de estar também presente no Moulin Rouge, é original do meu musical prferido. Gentlemen Prefer Blonds, ou, em português - Eles Preferem as Loiras. Neste filme de 1953 baseado no musical da Broadway do mesmo nome, Marilyn Monroe interpreta Lorelei Lee, contracenando com Jane Russel, que faz o papel de Dorothy, a melhor amiga de Lorelei. A loira que dá nome ao filme é vista pela sociedade como gananciosa, especialemtne devido à música que canta Diamons Are a Girl's Best Friend, essa sendo a música que é partilhada entre os dois filmes. Este filme é também uma crítica à sociedade e à desigualdade entre classes. Lorelei é vista como tendo segundas intençõespor querer casar com um homem rico. Quando ela é confrontada pelo pai do mesmo, ela diz-lhe na cara que está interessada não só no homem mas tambem no dinheiro. Quando o futuro sogro fica exaltado e a acusa de estar a casar com o filho só pela riqueza, é esta a resposta de Lorelei:
"Don’t you know that a man being rich is like a girl being pretty? You may not marry a girl just because she is pretty, but, my goodness, doesn’t it help? And if you had a daughter, wouldn’t you rather she didn’t marry a poor man? You’d want her to have the most wonderful things in the world and to be very happy. Oh, why is it wrong for me to have those things?"
Assim ela demonstra como ela não é tão pouco inteligente e fútil como muitos pensam. Mas sem mais demoras, aqui fica a música que me fez falar neste filme.
Marilyn Monroe têm uma voz fantástica e bem usada para esta música. E sempre que a canto faz-me sentir... Bem! A mensagem da música é que não podemos depender dos homens porque, ao contrário dos diamantes, eles não são eternos.
E uma vez que estamos a falar de músicas de musicais que me fazem sentir forte e como se eu podesse conquistar o mundo, falemos de Chicago. Um musical sobre uma mulher que vai presa depois de matar o amante, e que quer fazer de tudo para escapar ao seu destino. Lá conhece seis outras melheres conhecidas por terem todas morto os seus companheiros ou, pelo menos, acusadas injustamente de o ter feito. Cell Block Tango é a música que elas cantam em conjunto, a modos como que uma introdução às seis assassinas de renome. Nesta música, elas descrevem os seus actos, e quase parecem apelar ao júri de um tribual para compreender os motivos por trás do assassínio, porque, como elas cantam: "It was a murder, but not a crime." Sendo este outro dos meus musciais preferidos, tem direito à menção de outras duas músicas para além da Cell Block Tango. Esta segunda, mais conhecida, All That Jazz é a primeira música do filme, se me recordo bem, e também uma das que mais gosto. Finalmente, a terceira música que gosto bastante no filme Chicago, cantada pela Queen Latifah, chamada When You're Good To Mama.
E como a Queen Latifah tambem é uma das persongem noutro musical que eu adoro, faço com ela a ponte para falar no Hairspray, um flme sobre a luta de uma rapariga que não se encaixa na norma mas que está disposta a seguir os seus sonhos, apeasar da froma como toda a gente a deita abaixo. Deste filme, a música que mais gosto é também a final, You Can't Stop The Beat. É um filme muito bem feito, com uma mensagem encorajadora e positiva, e com músicas e danças contagiantes.
E acaba assim a lista das músicas dos filmes que já vi, a maioria deles baseados em musicais da Boradway. Deixo também uma menção honrosa à musica cantada por Sutton Foster, Anything Goes, do musical do mesmo nome, um que ainda não vi, mas cuja música homónima me faz sempre querer dançar pela casa fora.